15/03/2013

Sexta de Ficção: "It's Kind of a Funny Story"


Olá, pessoal! Como vão?
Boa sexta-feira a todos, com muita ficção. \o/
Hoje eu escolhi um filme que me prendeu muito a atenção quando o assisti por conta do clima presente nele, sua trilha sonora (totalmente indie *-*) e principalmente sua história, por mostrar tão bem os dramas de seus personagens. O nome dele é: “It’s Kind of a Funny Story.”

 Sinopse:
It's Kind of a Funny Story (Se Enlouquecer, Não se Apaixone) é um filme de 2010 produzido nos Estados Unidos, baseado no romance de Ned Vizzini, tendo sido produzido por Anna Boden e Ryan Fleck. Estrelando Emma Roberts, Keir Gilchrist e Zach Galifianakis. Oscilando entre comédia e drama, o filme conta a história de Craig (interpretado por Keir Gilchrist), um adolescente depressivo que está disposto a começar uma nova vida depois de passar algum tempo no hospital psiquiátrico.


Na história, Craig é um menino de 16 anos como qualquer um outro adolescente americano e seus problemas, mas em que ponto um problema passa de “bobagem de jovem” para um “problema real”? É sobre isso que o filme trata.
Craig estuda em uma das melhores escolas do país, mas como ele mesmo disse nem sabe o que faz lá. Começou a estudar nesta escola por conta de seu pai, um homem de negócios que quer o filho seguindo o mesmo caminho dele. Neste ponto se inicia o primeiro problema de Craig: O pai quer manda-lo para uma escola de verão que decidiria o futuro de Craig no mundo dos negócios, mas Craig passa mal só de pensar no seu discurso e nos motivos que realmente o levariam a querer entrar na tal escola.
O protagonista enfatiza que seus pais são boas pessoas e que tem uma família normal, mas que se sente pressionado quando seu pai quer decidir seu futuro.
O filme mostra a realidade de muitos jovens, que em pleno século XXI, ainda não podem escolher seus futuros. São levados por seus pais ou outros parentes a seguir a profissão que dá mais lucro e não a que realmente gosta. Tudo bem que no mundo em que vivemos, infelizmente, tudo gira em torno de dinheiro, mas de que adianta ter dinheiro e ser um profissional extremamente frustrado? De que adianta ter dinheiro se a felicidade real não se tem? O drama nos faz refletir sobre isso.
Outro problema que Craig passa é um típico problema da idade: Ele está apaixonado pela menina mais bonita da escola ( na visão dele, é claro), o único empecilho para ficar com ela é o fato de que o seu melhor amigo a namora.
Craig se vê em uma situação super complicada: Prezar a amizade de infância ou “seguir o coração”?
Para você são motivos bobos para tentar o suicídio? Você acha que aguentaria ser pressionado dia e noite, todos os dias da semana para seguir uma carreira que não gosta? Tentar achar uma forma de escapar de uma paixão que está presente no seu dia a dia, falando com você, e beijando seu melhor amigo na sua frente?
Para Craig não eram motivos tão bobos assim e na visão de muitos adolescentes também não são. Quem já foi jovem nessa vida sabe o quanto alguns problemas parecem enormes para nós.
Ele realmente pensa em se matar, mas por mais depressivo que esteja Craig pensa em sua mãe, sua irmã e seu pai e em como a vida deles ficaria. Não há alternativa, ele mesmo se interna em um hospital psiquiátrico.
E é lá que a vida de Craig e ele mesmo começam a se apaziguar. É um “ufa” para Craig, tentando escapar de toda a pressão existente em sua vida. Ele conhece Bobby, que também foi internado e tem problemas para ver a filha e Noelle, a menina que o faz sorrir sem pressão mais uma vez.
Noelle também tem problemas, chegou até a tentar cortar os pulsos, mas já estava se recuperando, os dois começam a se conhecer melhor, a rir, a brincar e a descobrir o real talento de Craig. No hospital Craig se solta, canta e descobre o seu talento para a pintura, assim que sai de lá, consegui enfrentar o pai, mostrar o que realmente quer, se libertar da pressão e ficar com Noelle.
O próprio Craig diz: “Tudo bem! Você deve estar pensando: É isso? Um cara passa uma semana em um hospital e toda a sua vida se resolve? Não, não é bem assim.”
Ele está certo, não foi o tempo que o ajudou, foi a forma como ele lutou desde o inicio contra os sentimentos ruins presentes nele, a forma como pensou nas pessoas a seu redor, na forma como ele queria melhorar.
Amigos, querer é poder! Essa frase está certa e Craig nos mostra isso. Nós também podemos melhorar nossas vidas, seguir atrás de nossos sonhos e respirar, viver!
Abraço e até mais! ^_^

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